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Ministério dos Negócios Estrangeiros

Portugal foi distinguido como um dos 13 campeões de inovação do primeiro estudo anual da Consumer Technology Association (CTA), que organiza o evento tecnológico CES

A associação que organiza o evento CES revelou o primeiro relatório internacional de inovação

Com um ambiente propício aos novos negócios e apetência por tecnologia, Portugal foi distinguido como um dos 13 campeões de inovação do primeiro estudo anual da Consumer Technology Association (CTA), que organiza o evento tecnológico CES. A classificação, no nono lugar entre 38 países avaliados, foi anunciada na abertura da mais importante feira da indústria em Las Vegas.

Segundo Gary Shapiro, presidente da CTA, o objetivo do relatório internacional Innovation Scorecard é identificar os países que mais fomentam um ecossistema de inovação. Foram considerados doze indicadores: banda larga, diversidade, dinâmica de empreendedorismo, investimento em Inovação e Desenvolvimento, diversidade, qualidade ambiental, capital humano, regulação de drones, partilha de carros e alojamento, enquadramento fiscal, carros autónomos e liberdade.

"A nomeação da CTA de Portugal como um dos países mais inovadores do mundo reflete um investimento que todo o país tem feito nas últimas décadas na qualificação das pessoas, em infraeestrutras tecnológicas e numa maior incorporação de tecnologia nas empresas", comenta Maria Miguel Ferreira, diretora da Startup Portugal e coordenadora da missão portuguesa ao CES 2018.

Portugal é o único país do sul da Europa classificado como campeão da inovação, quase uma anomalia quando se olha para o resto da lista. Os outros países distinguidos são Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Canadá, Suécia, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Nova Zelândia, Áustria, Canadá, Austrália e República Checa.

No relatório, a CTA destaca que Portugal apresenta "uma taxa anual impressionante de entrada de novos negócios, 4.62 por cada mil pessoas entre 15-64 anos."

Maria Miguel Ferreira sublinha que as startups nacionais têm tido um papel importante na procura de inovação disruptiva e na incorporação de inovação nas grandes empresas. A responsável sublinha que as incubadoras têm sido fundamentais na promoção de maior integração da ciência e tecnologia desenvolvidas nas universidades e da inovação desenvolvida pelas startups em empresas com modelos de negócios virados para o mercado global. "Nada disto seria possível sem a grande abertura e compromisso com a inovação que o governo português tem demonstrado", acrescenta a responsável. A CTA também frisa os elevados níveis de liberdade pessoal e política vigentes em Portugal.

O relatório pode ser acedido neste link.

 
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