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Teve lugar na Universidade Lyon 2 em Bron o visionamento do filme sobre a participação de Portugal na Grande Guerra de 1914-1918, intitulado Les Héritiers de la Bataille de La Lys, realizado pelo Diretor do Lusojornal, Carlos Pereira, durante 14 anos. No seguimento do visionamento do filme decorreu um debate com cerca de 60 alunos de Português da Universidade (360 no total entre Licenciatura, Mestrado e Doutoramento em língua e cultura portuguesa).

O Cônsul-Geral Luis Brito Câmara aproveitou para sublinhar a vocação internacional de Portugal que é uma constante desde sempre, com o Corpo Expedicionário Português de 55.000 homens e milhares de mortos e feridos em em França em 1918 mas igualmente a presença de Portugal no mundo atualmente, designadamente com a presença de militares em diversos cenários como na República Centro Africana, Iraque, Mali, Afeganistão, Somália, Colômbia e no Mediterrâneo.

Neste contexto, no domínio dos esforços internacionais para a paz e estabilidade mundiais, as Forças Armadas Portuguesas são responsáveis pelo cumprimento dos compromissos militares assumidos por Portugal nas Nações Unidas, na NATO, na União Europeia e na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), o que dignifica Portugal e os nossos militares no Mundo.

Sob a égide destas Organizações Internacionais as Forças Armadas Portuguesas têm participado desde 1991, de forma ininterrupta, em operações de resposta a crises. Para o cumprimento destas missões foram empenhados milhares de Oficiais, Sargentos e Praças dos três Ramos das Forças Armadas. Portugal projectou, nos últimos 18 anos, mais de 36.000 militares, e forças de terra, mar e ar para 18 Teatros de Operações espalhados pelo Mundo, em 4 Continentes, com presenças muito significativas em África e nas Balcãs.

 

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